Diversão e rock: a mistura perfeita do Little Quail
O resgate ao rock de Brasília tinha mesmo que trazer uma banda como Little Quail and the Mad Birds. Mostrando muita energia e animação, a banda começou tocando seu maior “clássico” 1,2,3,4, que contou com a participação de integrantes do Móveis Coloniais de Acaju, de Canisso (Raimundos), de Candyda (vocalista do Orgânica-SP), de Evandro Vieira (Quebra Queixo) e até de Gustavo Sá, diretor artístico do festival, pulando e cantando junto.
Brincando o tempo todo, o vocalista Gabriel Thomaz falou: “Todo mundo se perguntava onde estava Zé Ovo. Belchior é o caralho!”. O baixista Zé Ovo engatou falando que Bacalhau (baterista) tinha um helicóptero nas mãos. O que acontece? Ele erra a música seguinte! Mas claro que todo mundo leva na brincadeira. “É só elogiar que o cara erra”, disse Thomaz. Essa não seria a primeira nem a última brincadeira da noite. Uma das melhores saiu da boca de Gabriel: “Eu queria agradecer à Plebe Rude, Paralamas, Legião Urbana por abrirem este show do Little Quail!”.
O único momento tenso rolou quase no final, quando um cara subiu ao palco e foi em direção a Zé Ovo, mas foi colocado para fora pelos seguranças. O baixista avisou: “Gente, nós estamos aqui na paz!”. Foi ele quem ofereceu o show aos roadies e operadores de som. Também não deixou de fazer uma pequena propaganda: “Bandas! Contratem um roadie! Estamos aí!”. Para finalizar, Bacalhau aproveitou a oportunidade para agradecer o falecido Fejão (Fallen Angel), que estava presente quando eles compuseram Cigarrette, música que encerrou os trabalhos.
Por Alê dos Santos
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